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Compilando Brainf*ck para a JVM, parte 1: o interpretador

Quando eu decidi aprender como a JVM funciona por dentro, eu precisava de uma linguagem simples o suficiente pra não atrapalhar o aprendizado. Algo onde eu pudesse focar na mecânica do compilador sem me perder na complexidade da linguagem fonte. Brainfuck foi a escolha óbvia. Esse é o primeiro post de uma série de três onde a gente vai construir, do zero, um compilador que transforma código Brainfuck em bytecode JVM executável. Sem dependências externas, sem framework, só Node.js puro. No final da série, você vai ter um compilador que gera arquivos .class válidos que rodam direto no java . O código completo está no GitHub . Nesse primeiro post, a gente vai construir o interpretador - que é a base pra tudo que vem depois. O que é Brainfuck Brainfuck é uma linguagem de programação esotérica criada em 1993 por Urban Müller. Ela tem 8 comandos . Oito. E ainda assim é Turing-completa - ou seja, em teoria, você pode computar qualquer coisa que qualquer outra linguagem computa. O modelo de execução é simples: Uma fita de memória com 30.000 células, cada uma armazenando um byte (0-255) Um ponteiro que aponta pra célula atual Entrada e saída (stdin/stdout) Os 8 comandos: Comando O que faz + Incrementa o valor da célula atual - Decrementa o valor da célula atual > Move o ponteiro uma célula pra direita < Move o ponteiro uma célula pra esquerda . Imprime o valor da célula atual como caractere ASCII , Lê um byte da entrada e armazena na célula atual [ Se a célula atual é zero, pula pro ] correspondente ] Se a célula atual não é zero, volta pro [ correspondente Qualquer outro caractere é ignorado - o que significa que você pode escrever comentários livremente no meio do código. Um exemplo simples Pra imprimir a letra "A" (código ASCII 65), você precisa colocar o valor 65 na célula e usar . : +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ . São 65 sinais de + seguidos de um . . Funciona, mas é feio. Uma forma mais elegante: ++++++++ [ > ++++++++ < - ] > +. O qu

2026-07-29 原文 →
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Why Cursor Writes IDOR Into Your API Routes (CWE-639)

TL;DR AI editors add a login check to your API routes but skip the ownership check, so any logged-in user can read another user's data by changing the ID in the URL (CWE-639, IDOR). It happens because tutorials treat "authenticated" as if it means "authorized," and the AI learned from those tutorials. The fix is one line: scope every lookup to the current user instead of trusting a raw ID from the request. I asked Cursor to build an endpoint that returns an invoice by ID. It gave me clean code. Auth middleware on the route, a database lookup, a JSON response. It ran on the first try. Then I logged in as a different test user and changed the number at the end of the URL. Invoice #1001 belonged to someone else. I got the whole thing back: amount, line items, billing address. No error, no warning. Just another user's private data on my screen. That is IDOR, an Insecure Direct Object Reference, and it is one of the most common holes I find in AI-generated APIs. The frustrating part is that the code looks secure. It even has an auth check. It just checks the wrong thing. The Vulnerable Code The endpoint below is broken because it confirms you are logged in but never confirms the invoice is yours. findById takes the ID straight from the URL and returns whatever it finds. // CWE-639: authenticated, but no ownership check app . get ( ' /api/invoices/:id ' , authenticate , async ( req , res ) => { const invoice = await Invoice . findById ( req . params . id ); res . json ( invoice ); }); The authenticate middleware does its job. It proves the request comes from a real, logged-in user. What it does not prove is that this particular user has any right to invoice :id . Change the ID, get someone else's record. Increment it in a loop and you can walk the entire table. Why This Keeps Happening AI editors confuse authentication with authorization because almost every tutorial they trained on does the same thing. Authentication is "who are you." Authorization is "are you allowed to

2026-07-29 原文 →
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Contribuir para a comunidade: como destacar isso no seu LinkedIn e currículo

Como eu mostro que estou contribuindo? Posso colocar no meu LinkedIn? E no meu currículo, como faço? Foi a partir dessas dúvidas que eu elaborei esse guia pra você que quer contribuir do seu jeito e mostrar às empresas e às pessoas, de forma clara e estratégica, o que você está fazendo. Vamos lá? 👇 Por que eu deveria mostrar no LinkedIn? LinkedIn é a porta de entrada para o mundo corporativo no Brasil e no mundo. É por meio dele que você mostra "trabalho". E tem mais: não é só experiência remunerada que conta como evidência de que você tem conhecimento e prática, mas também tudo o que você constrói de forma voluntária , seja tirando dúvida de alguém, participando de um projeto open-source ou escrevendo sobre o que aprendeu. Recrutador não lê currículo pensando só em carteira assinada. Lê pensando em capacidade . Você contribui com algo para a comunidade e quer colocar isso no seu perfil. Existem 3 formas que você pode usar, e elas podem ser usadas todas juntas ou só uma. Escolha aquela que fizer mais sentido pro seu perfil ou busque por outras pessoas que você admira dentro da comunidade e veja como elas colocaram no próprio perfil. 1. Seção de Experiência Use como experiência sempre que estiver contribuindo de forma profissional pra uma área que você busca. Se você participa de contribuições no GitHub, seja através de código, documentação ou outra forma, use como experiência. Pessoas que também estão ajudando na moderação ou administração (community managers) podem destacar as responsabilidades ou resultados das suas ações por aqui. Exemplo de como preencher no LinkedIn: Cargo: [cargo que você faz] Open Source Empresa: [Nome do projeto/organização] Tipo de emprego: Meio período (ou Voluntário) Local: Remoto, Brasil Descrição: - Contribuí com [X] pull requests na documentação do projeto [Nome], focando em clareza para novos contribuidores. - Revisei issues abertas e sugeri melhorias de acessibilidade em componentes de UI usando [ferramenta/stack]. - Participei de re

2026-07-23 原文 →
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L3: I built continuous runtime monitoring because certification is point-in-time, attacks are runtime

Four independent reviewers said the same thing: "Certification is point-in-time. Attacks are runtime." — @correctover (CrewAI), @wrencalloway (dev.to), @mads_hansen (dev.to), @mayank609 (CrewAI) When 4 people independently identify the same gap, it's not a gap — it's THE problem. So I built L3. The gap My 8-layer Sentinel pipeline audits skills at import time: L1.5-L1.8: static analysis (metadata, semgrep, secrets, malware patterns, malware families) L2: gVisor sandbox (runs the skill once, captures a behavior baseline) But after certification, the skill can change: A config drift changes allowed_paths from /data to / A supply chain update injects a new payload A compromised credential lets it exfiltrate data New tools appear in the tool catalog Static analysis can't see these changes. L2 captured a snapshot. Neither catches drift. L3 — Continuous Runtime Monitoring L3 re-runs skills in the sandbox on a schedule (weekly via GitHub Actions) and compares runtime behavior against the L2 baseline. If behavior drifts, the skill is flagged. 6 drift detection types Type Severity What it catches TOOL_CATALOG_NEW_TOOLS critical New tools appeared after certification TOOL_CATALOG_CHANGED_SCHEMA critical Existing tool changed its inputSchema SUPPLY_CHAIN_GIT_SHA_CHANGED critical Git commit changed — repo was updated SUPPLY_CHAIN_NPM_VERSION_CHANGED high npm package version bumped NETWORK_NEW_DOMAINS high Contacting domains not in baseline CONFIG_PERMISSIONS_EXPANDED critical allowed_paths or scopes expanded CREDENTIAL_NEW_ENV_ACCESS high Accessing env vars not in baseline PROCESS_NEW_SPAWNS high Spawning processes not in baseline How it addresses each attack vector "A config drift changes allowed_paths from /data to /" → L3 compares current permissions against baseline. If paths expanded → CRITICAL alert → skill re-quarantined. "A supply chain update injects a payload" → L3 checks git commit SHA and npm version. If changed since certification → CRITICAL alert → skill must be r

2026-07-21 原文 →